Ele bebia...
A tarde passava perto da noite.
Dentro de instantes a pracinha encheu de gente.
Um bando de rapazes passou.
O copo de cerveja estava quase vazio.
As moças da noite passavam com as suas saínhas curtíssimas,
A lua apareceu cheia e namorava as estrelas.
O seu pensamento pesava sua cabeça.
Nada tinha sentido.
O banco da praça era duro.
A morena chegou perto dele.
Os seios da moça quase saiam do decote.
Ela rebolou sacudindo os mamilos.
Era um convite.
Ele fechou os olhos.
Estava bêbado.
Nova sacudidela.
Então, ele agarrou aqueles pombinhos acanhados.
Acordou de manhã cedo deitado no duro banco.
O copo de cerveja estava no chão, vazio.
A morena... A morena.
Bom, deixa isso prá lá...
25-10-07
A tarde passava perto da noite.
Dentro de instantes a pracinha encheu de gente.
Um bando de rapazes passou.
O copo de cerveja estava quase vazio.
As moças da noite passavam com as suas saínhas curtíssimas,
A lua apareceu cheia e namorava as estrelas.
O seu pensamento pesava sua cabeça.
Nada tinha sentido.
O banco da praça era duro.
A morena chegou perto dele.
Os seios da moça quase saiam do decote.
Ela rebolou sacudindo os mamilos.
Era um convite.
Ele fechou os olhos.
Estava bêbado.
Nova sacudidela.
Então, ele agarrou aqueles pombinhos acanhados.
Acordou de manhã cedo deitado no duro banco.
O copo de cerveja estava no chão, vazio.
A morena... A morena.
Bom, deixa isso prá lá...
25-10-07
URBANO FRANÇA CANÔAS
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