Porque será que a gente muitas vezes não se conforma com aquilo que tem?
Se a temperatura está quente, logo clamamos contra a inclemência da estação. E, uma frase obrigatória é lançada: “antigamente era assim”, ou, então, “os tempos estão mudados”.
Quando a vida está difícil, logo encontramos um que deva pagar pelos pecados de todos.
Aqui, no “Chão Preto” também é assim. Nem podia ser de outro modo.
Clamas-se contra uma porção de coisas erradas. Criticam-se inúmeras falhas neste ou naquele setor da vida da cidade. Entretanto, esses reclamos, essas críticas são perniciosas porque se limitam no apontar, no evidenciar o que não está certo. Não seria muito mais lógico mais humano e, porque não dizer, mais patriótico, se procedesse de uma forma diferente e mais construtiva, como seja a indicar o ponto fraco na engrenagem administrativa, sugerindo remédios próprios para cada caso?
Assim, talvez, poderíamos ter um governo mais eficiente em benefício de todos.
Uma das grandes vantagens da democracia, é, justamente, essa liberdade de cada um dizer o que pensa nem que seja contra os governantes.
Cabe-nos uma grande parcela de responsabilidade, portanto, quando expendemos qualquer crítica desabrida aos poderes constituídos.
Praza a Deus que aqui no “Chão Preto” os críticos tenham o senso da responsabilidade e apontem com espírito superior os defeitos da administração desta Terra de Chico Barreto.
Se a temperatura está quente, logo clamamos contra a inclemência da estação. E, uma frase obrigatória é lançada: “antigamente era assim”, ou, então, “os tempos estão mudados”.
Quando a vida está difícil, logo encontramos um que deva pagar pelos pecados de todos.
Aqui, no “Chão Preto” também é assim. Nem podia ser de outro modo.
Clamas-se contra uma porção de coisas erradas. Criticam-se inúmeras falhas neste ou naquele setor da vida da cidade. Entretanto, esses reclamos, essas críticas são perniciosas porque se limitam no apontar, no evidenciar o que não está certo. Não seria muito mais lógico mais humano e, porque não dizer, mais patriótico, se procedesse de uma forma diferente e mais construtiva, como seja a indicar o ponto fraco na engrenagem administrativa, sugerindo remédios próprios para cada caso?
Assim, talvez, poderíamos ter um governo mais eficiente em benefício de todos.
Uma das grandes vantagens da democracia, é, justamente, essa liberdade de cada um dizer o que pensa nem que seja contra os governantes.
Cabe-nos uma grande parcela de responsabilidade, portanto, quando expendemos qualquer crítica desabrida aos poderes constituídos.
Praza a Deus que aqui no “Chão Preto” os críticos tenham o senso da responsabilidade e apontem com espírito superior os defeitos da administração desta Terra de Chico Barreto.
Urbanus
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